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terça-feira, 28 de julho de 2015

EDUCAÇÃO SEXUAL - Pe. Leonel Franca

Retirado do livro "A Formação da Personalidade", esse texto mostra através do bom senso e dos resultados de especialistas, o quanto a educação sexual nas escolas é prejudicial. Infelizmente preferiram seguir tais novidades e o resultado está aí, como qualquer pessoa pode ver. Não preciso comentar, pois, sobre o atual estado de depravação e da impressão dada a jovens e adultos de que o sexo é o que os fará felizes. Agora imagine os malefícios da educação proposta já naquela época em comparação com o que querem aprovar atualmente.



Parece-nos de capital importância excluir qualquer iniciação sexual feita coletivamente nas escolas. Nos mistérios da vida quem deve iniciar os adolescentes são os pais. Só o lar reúne as condições psicológicas e morais para uma educação sadia e eficiente em matéria tão delicada. Entre outros, a iniciação coletiva encerra os seguintes
inconvenientes:

1) Na mesma idade, o desenvolvimento sexual é extraordinariamente diverso de indivíduo para indivíduo. Uma instrução adaptada a uns poderia provocar em outros surpresas funestas, choques nervosos e desequilíbrios morais de que dificilmente viriam a convalescer mais tarde.

2) A explicação feita em público de assuntos tão delicados autorizaria depois entre alunos conversas e trocas de ideias sobre as matérias vistas em aulas. É mais um incentivo, oficialmente sancionado, às conversações obscenas e por meio delas à corrupção sistemática dos mais sadios pelos mais depravados.

3) A iniciação sexual, para ser verdadeiramente eficaz no dizer unânime de psicólogos pedagogistas, requer un complexo de qualidades - e entre elas um respeito e amor à pureza de cada aluno - que fora ingenuidade esperar se encontrem em cada professor ou professora das nossas escolas públicas. Na maioria dos casos, o efeito seria desastroso e os escândalos da vida social que tanto se deploram, começariam bem cedo a contaminar as nossas escolas com incrível prejuízo da saúde, higiene e moral das novas gerações.

4) A propaganda em favor da iniciação sexual nas escolas é toda baseada num falso postulado pedagógico, isto é, na opinião de que a corrupção nasce da ignorância. Engano. Trata-se aqui muito mais de força moral do que de saber. A verdadeira pedagogia sexual concentra os seus esforços na formação da vontade e na educação do caráter e evita despertar imagens e curiosidades malsãs a que não resistiriam as consciências ainda mal formadas das crianças

5) Por estes e outros motivos, que não nos é dado aqui explanar, a iniciação coletiva, longe de representar um progresso na pedagogia, tem despertado entre os mais autorizados mestres, resistências tenazes e condenações categóricas.

F. W. FORSTER, professor de filosofia e pedagogia nas Universidades de Viena, zurich e Munich, aponta como erro perigoso "a ideia de que a depravação e superexcitação sexuais da juventude moderna seriam o resultado da insuficiência do ensino sobre a questão sexual, enquanto que a verdadeira causa deve ser unicamente procurada na terrível baixa na educação do caráter e no delírio do prazer, comum em nossa época. Num meio assim que significa só o ensino? Se o homem não é elevado por uma concepção mais alta da vida, o ensino tenderá, no máximo, a excitar-lhe a curiosidade do que se lhe não diz." (Sexualethfk und Sexualpadagogik, trad. franc., p. 203)

STANLEY HALL, o príncipe dos pedagogos norte-americanos, depois de assinalar as crises da alma e as perturbações nervosas que são muitas vezes as consequências de semelhantes intervenções prematuras, conclui que "devemos detestar toda espécie de iniciação coletiva. " (Educational Problems., New York, 1 9 1 1 , vol. I. )

O Dr. W. STEKEL, especialista de psicoterapia em Viena, no seu estudo sobre os "Estados de angústia nervosa e seu tratamento", Berlim, p. 3 10, conclui as suas reflexões sobre o assunto com estas palavras: "Sou adversário declarado do sistema de iniciação que se propaga atualmente e que se me afigura uma epidemia mental, uma espécie de exibicionismo psíquico. A iniciação coletiva nas escolas é um pensamento monstruoso cuja realização acarretaria inumeráveis choques sexuais... A questão só pode ser solucionada individualmente, e o melhor meio seria que, a começar de certa idade, os pais introduzam nas conversas coisas sexuais como coisas naturais, sem exposição solene nem cerimônias misteriosas. Não esqueçamos que a raiz de todos os desejos malsãos é a curiosidade sexual e que a iniciação precoce dos meninos seria, para o desenvolvimento da humanidade, um grande prejuízo cultural."

Em nome, portanto, da higiene, da pedagogia e da moral julgamos que se deve excluir dos programas de ensino uma iniciação coletiva, feita nas escolas públicas.



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domingo, 21 de dezembro de 2014

Quais foram as causas da diminuição da fé no século passado? - Anscar Vonier

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"Todas as vezes que cantamos as orações oficiais da Igreja, proclamamos a vitória de Cristo. No entanto, pode acontecer que católicos do nosso tempo, conservando mesmo a fé histórica e integral, deixem influenciar-se por certo sentimento ou imaginação e não tenham igual entusiasmo, em seus corações, para com o triunfo de Cristo.

Não é fácil encontrar as causas de tão grande mudança nesse modo de sentir. Para explicar esta triste diferença de mentalidade, dizem que é por ter a fé enfraquecido. É uma formula breve, mas não exata.

Outras são as causas da diminuição da fé, visto que ela não pode enfraquecer-se por si mesma. Entre outras causas dessa mentalidade dos católicos dos nossos tempos, temos as seguintes: Negou-se a Cristo o lugar que ele tem direito nos negócios do mundo; o começo desse movimento hostil contra a supremacia do Redentor é fenômeno relativamente recente, remota à décima oitava centúria. Foi todo o século dezenove a glorificação de uma civilização que se vangloria da sua independência de Cristo, bastando-se a si mesma, como se nada devesse ao filho de Deus. Esta apostasia quase universal dos Estados tornou-se grave tentação para os próprio crentes. Em toda parte os cristãos têm tomado uma atitude de escusa, como se eles se sentissem inferiores aos outros. Demais a mais, o sentimento e a imaginação têm influenciado de modo prejudicial sobre as doutrinas e devoções. Também a ciência chamada das religiões comparadas tem feito grande mal. Fez-se do problema da salvação dos povos, ainda idólatras, questão urgente, teológica, em detrimento da doutrina da salvação dos fiéis, assegurada por Cristo. Na admiração exagerada pelo progresso do nosso tempo, comete-se injustiça para com o passado. No mundo político, os povos têm sido vítimas de doutrinas exageradas e conduzidos assim por caminhos falsos, como se já não tivessem a Cristo por chefe. Muitas vezes, as devoções particulares revelam lamentável ignorância ou esquecimento culpável das principais doutrinas da vida sobrenatural. São essas a nosso ver as principais causas.

Pode tomar-se como sinal mais evidente da diminuição da fé na supremacia de Cristo o relaxamento do espírito de adoração no mundo. É, ao mesmo tempo, causa e efeito; porquanto os homens deixando de louvar e adorar a Cristo, como Senhor e Mestre, ficam cada vez mais imbuídos do espírito do mundo, e assim se torna, para eles, mais difícil o cumprimento da obrigação do culto, tanto público como particular."

(Dom Anscar Vonier, A Vitória de Cristo)

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Mulheres que abortaram discursam em marcha pró-vida nos EUA

“Aquelas que se posicionam ao nosso lado são mulheres que compraram a ideia do aborto pensando que seria de grande auxílio para elas, mas experimentaram exatamente o oposto”.

Na última sexta-feira (25), centenas de milhares de ativistas pró-vida foram até Washington para anunciar que ainda estão trabalhando para reverter as decisões da Suprema Corte Americana a favor do aborto, e espalhar a mensagem que toda vida humana existe para ser acalentada e defendida. Apesar da neve intensa e clima severo, uma multidão esteve presente ao comício e à Marcha pela Vida. Segundo o padre Frank Pavone, presidente da associação “Padres pela Vida” e líder do movimento Marcha pela Vida, após o comício teve início a marcha, que se deteve em frente à Suprema Corte americana, quando discursaram setenta mulheres que já haviam praticado o aborto testemunhando diante da multidão sobre a dor e o pesar do ato que cometeram.

O pe. Pavone declarou:

Muitas pessoas pensam que o caso Roe vs. Wade permite somente abortos no primeiro trimestre de gravidez e somente em certas circunstâncias. Nós precisamos fazê-los saber de duas coisas: 1) o caso Roe vs. Wade permite abortos sob quaisquer circunstâncias em todos os nove meses de gestação; 2) o que o aborto realmente é. Os textos médicos referem-se ao aborto como decapitação e desmembramento, palavras muito perturbadoras que não vieram dos militantes pró-vida, mas dos atuais praticantes do aborto.

Segundo o sacerdote, pelo menos metade dos estados americanos têm governadores e leis comprometidas com a vida e há real progresso nas casas legislativas americanas no mesmo sentido, apesar dos esforços do governo Obama para incentivar o assassinato de bebês em gestação. Em alguns estados, afirmou o padre, o aborto está limitado a 20 semanas porque após esse tempo as crianças no ventre materno já sentem dor. Isso nos enche de esperança neste ano em particular.

Em 2012, uma campanha levada a cabo pelo presidente Obama, incentivava mulheres ao aborto, cujos custos seriam cobertos pelos empregadores. Os que se opuseram a essa agenda assassina foram acusados de travar guerra contra as mulheres. “É exatamente o oposto disso”, denunciou Pavone, acrescentando,

A guerra contra as mulheres, antes de tudo, é quando são rasgadas no ventre. Aquelas que se posicionam ao nosso lado são mulheres que compraram a ideia do aborto pensando que seria de grande auxílio para elas, mas experimentaram exatamente o oposto. Esta é a triste coisa sobre a ideologia que nós ouvimos vinda do Partido Democrata. Eles não ouvem as mulheres que fizeram abortos. Eles certamente não querem descrever o que é o aborto. A guerra contra as mulheres é a que está fazendo-as crer que o aborto é uma coisa boa, o que é uma mentira. Não há cura para a dor do aborto. Não há benefícios médicos no aborto, mas quando elas pensam que há, acabam ao nosso lado, como muitas aqui agora mesmo, dizendo ‘eu estou profundamente triste por ter abortado’.

O padre Pavone finalizou dizendo que há razões para o otimismo dos movimentos pró-vida, que estão conseguindo atingir mais e mais jovens a cada dia.

Fonte: http://www.midiasemmascara.org/artigos/aborto/13815-mulheres-que-abortaram-discursam-em-marcha-pro-vida-nos-eua.html

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Muçulmanos incendeiam igreja católica no Sudão

Um grupo de muçulmanos incendiou uma igreja católica em Kartum, capital do Sudão do Sul, ato que foi qualificado por especialistas como mais um lamentável incidente de "hostilidade religiosa".

Centenas de muçulmanos botaram fogo no templo na noite de sábado 21 de abril, aonde vão para rezar muitos habitantes cristãos do Sudão do Sul.

A cobertura destes fatos realizada por diversos meios seculares tentou apresentar o ataque como um assunto relacionado somente à política e a economia por causa do enfrentamento entre Sudão do Sul e Sudão do norte.

A respeito, Nina Shea, Diretora do Hudson Institute’s Center para a Liberdade Religiosa, assinalou ao Grupo ACI que "durante muitos anos, os meios internacionais não puderam ver a dimensão religiosa deste conflito. Ao ler equivocamente a mensagem do incêndio da Igreja em Kartum, a imprensa demonstra que este ponto cego ainda se mantém".

Shea recordou, além disso, que "os ataques para destruir Igrejas se converteram em um padrão em cada vez mais áreas islâmicas. Em anos recentes, as Igrejas - algumas com fiéis cristãos– foram queimadas ou bombardeadas repetidamente no Egito, Iraque e Nigéria".

"Não existe mostra mais dramática da perseguição religiosa. A população cristã do Sudão já faz tempo que é o objetivo da violência de extremistas, incluindo a do governo radical do General Bashir, que advertiu que Sudão do Sul se tornava independente e não ia tolerar a diversidade religiosa no norte".

Finalmente, Nina Shea indicou que "por quase duas décadas, Kartum, cidade em que se aplica a lei islâmica do norte, tentou impor à força a lei sharia (muçulmana) principalmente nos cristãos e nos animistas do Sudão do Sul, algo que impulsionou uma rebelião que custou dois milhões de vidas".

Sudão do Sul, majoritariamente cristão, separou-se de Sudão para converter-se em um país independente em 2011. Nas tensões que ainda se vive na região, o componente religioso segue sendo fundamental, explicou Shea.

Fonte: ACI Digital

sexta-feira, 2 de março de 2012

Mera coincidência com o que acontece no Brasil? (não só em relação ao aborto)

A confissão do médico que fundou a liga pró-aborto nos EUA: eles mentiram sobre o número de abortos, o número de mortes e as pesquisas. E atacavam de forma deliberada os cristãos. Era uma tática para ganhar a opinião pública

Vocês sabem que eu não sou do tipo que “esquece” determinados temas. Há leitores que reclamam um pouco disso. Lamento por estes. Considero “não esquecer” uma virtude. Já demonstrei aqui a escandalosa mentira sobre o número de mulheres mortas em decorrência de abortos clandestinos: ONGs e lobbies em favor da descriminação do aborto falam em 200 mil vítimas. Eleonora Menicucci, ministra das Mulheres, foi à ONU ser “sabatinada” (sinto vergonha até de escrever isso) e engoliu o número como verdadeiro. Faz sentido. Ela, como militante pró-aborto, ajudou a fabricá-lo. O próprio ministro da Saúde admite que esse número deve ser, no mínimo, dividido POR CEM! Também é estúpida a suposição de que se fazem um milhão de abortos por ano no país.

Abortistas exibem esses números fantasiosos e acusam de “fundamentalismo religioso” todos aqueles que ousam contestar suas mentiras, como se apenas os crentes se opusessem à prática, o que é falso. Ocorre, meus queridos, que trabalhar com números falsos e demonizar as igrejas são atitudes que integram uma atuação de caráter político, militante.

Abaixo, reproduzo trecho de uma conferência do médico americano Bernard N. Nathanson, proferida no Colégio Médico de Madri. Nathanson morreu no dia 21 de fevereiro de 2011, aos 85 anos. Foi um dos fundadores da Associação Nacional para a Revogação das Leis de Aborto, militante ativo da causa. Ginecologista e obstetra, confessou ter realizado mais de 5 mil abortos. Converteu-se, depois, em defensor incondicional da vida. A íntegra de seu texto está aqui. Peço que vocês prestem atenção às táticas às quais Nathanson admite ter recorrido para ganhar a opinião pública e a imprensa. Vejam se isso lhes lembra alguma coisa. Os entretítulos são meus. Volto depois.

É preciso trabalhar com números mentirosos


É uma tática importante. Dizíamos, em 1968, que na América se praticavam um milhão de abortos clandestinos, quando sabíamos que estes não ultrapassavam de cem mil, mas esse número não nos servia e multiplicamos por dez para chamar a atenção. Também repetíamos constantemente que as mortes maternas por aborto clandestino se aproximavam de dez mil, quando sabíamos que eram apenas duzentas, mas esse número era muito pequeno para a propaganda. Esta tática do engano e da grande mentira se se repete constantemente acaba sendo aceita como verdade.

É preciso ganhar os meios de comunicação e a universidade


Nós nos lançamos para a conquista dos meios de comunicações sociais, dos grupos universitários, sobretudo das feministas. Eles escutavam tudo o que dizíamos, inclusive as mentiras, e logo divulgavam pelos meios de comunicações sociais, base da propaganda.

É importantíssimo que vocês se preocupem com os meios de comunicações sociais porque, segundo explicam os fatos, assim se infiltrarão as idéias entre a população. Se na Espanha esses meios não estão dispostos a dizer a verdade, vocês se encontram na mesma situação que criamos nos EE. UU.em 1968/69, quando contávamos através desses meios todas as mentiras que acabo de mencionar.

É preciso apresentar pesquisas falsas


Outra prática eram nossas próprias invenções. Dizíamos, por exemplo, que havíamos feito uma pesquisa e que 25 por cento da população era a favor do aborto e três meses mais tarde dizíamos que eram 50 por cento, e assim sucessivamente. Os americanos acreditavam e como desejavam estar na moda, formar parte da maioria para que não dissessem que eram “atrasados”, se uniam aos “avançados”.

Mais tarde fizemos pesquisas de verdade e pudemos comprovar que pouco a pouco iam aparecendo os resultados que havíamos inventado; por isso sejam muito cautelosos sobre as pesquisas que se fazem sobre o aborto. Porque apesar de serem inventadas têm a virtude de convencer inclusive os magistrados e legisladores, pois eles como qualquer outra pessoa lêem jornais, ouvem rádio e sempre fica alguma coisa em sua mente.

É preciso satanizar os cristãos


Uma das táticas mais eficazes que utilizamos naquela época foi o que chamamos de “etiqueta católica”. Isso é importante para vocês, porque seu país é majoritariamente católico.

Em 1966 a guerra do Vietnam não era muito aceita pela população. A Igreja Católica a aprovava nos Estados Unidos. Então escolhemos como vítima a Igreja Católica e tratamos de relacioná-la com outros movimentos reacionários, inclusive no movimento anti-abortista. Sabíamos que não era bem assim mas com esses enganos pusemos todos os jovens e as Igrejas Protestantes, que sempre olhava com receio a Igreja Católica, contra ela. Conseguimos inculcar a idéia nas pessoas de que a Igreja Católica era a culpada da não aprovação da lei do aborto. Como era importante não criar antagonismos entre os próprios americanos de distintas crenças, isolamos a hierarquia, bispos e cardeais como os “maus”. Essa tática foi tão eficaz que, ainda hoje, se emprega em outros países. Aos católicos que se opunham ao aborto se lhes acusava de estar enfeitiçados pela hierarquia e os que o aceitavam se lhes considerava como modernos, progressistas, liberais e mais esclarecidos. Posso assegurar-lhes que o problema do aborto não é um problema do tipo confessional. Eu não pertenço a nenhuma religião e em compensação estou lhes falando contra o aborto.

Também quero dizer-lhes que hoje nos Estados Unidos a direção e liderança do movimento antiabortista passou da Igreja Católica para as Igrejas Protestantes. Há também outras igrejas que se opõem, como as Ortodoxas, Orientais, a Igreja de Cristo, os Batistas Americanos, Igrejas Luteranas Metodistas da África, todo o Islã, o judaísmo Ortodoxo, os Mórmons, as Assembléias de Deus e os Presbiterianos.

Outra tática que empregamos contra a Igreja Católica foi acusar seus sacerdotes, quando tomavam parte nos debates públicos contra o aborto, de meter-se em política e de que isso era anticonstitucional. O público acreditou facilmente apesar da falácia do argumento ser clara.

Fonte: Reinaldo Azevedo