sábado, 23 de janeiro de 2010
A religião é a responsável pelos maiores genocídios da história? - Verdade ou mentira?
Mito muito divulgado pelos neo-ateistas. Na verdade, os maiores responsáveis pelos genocídios foram os regimes Ateus, como os de Hitler, Lênin, Khrushchev, Brezhnev, Pol Pot, Fidel Castro e Stalin (existem diversos outros). O que se sabe hoje é que os regimes ateístas assassinaram mais, em um único século, cerca de cem milhões de pessoas
Todos os eventos religiosos que os céticos apontam (principalmente Dawkins, Sam Harris, Hitchens e Bertrand Rusell) chegam a duzentas mil pessoas. Dinesh D’Souza fala que “Mesmo levando em conta os maiores níveis populacionais, a violência ateísta supera a violência religiosa em termos incríveis de proporção. Aqui está um calculo aproximado. A população mundial, que era de aproximadamente quinhentos milhões em 1450 d.C., tornou-se cinco vezes maior em 1950, chegando a 2,5 bilhões. Somadas, as Cruzadas, a Inquisição e a queima de bruxas mataram aproximadamente duzentas mil pessoas. Ajustando esse número ao aumento da populaçãoo, temos, hoje, o equivalente a 1 milhão de mortes. Mesmo assim, essas mortes causadas por governantes cristãos ao longo de um período de quinhentos anos correspondem a apenas 1% das mortes causadas por Stalin, Hitler e Mao no espaço de algumas décadas.”
O que o ateu pode fazer é se contentar, diante da sua cosmovisão, pois o que eles estavam fazendo foi tudo por “ordem” dos seus genes, para, de alguma forma, perpetuar a sua espécie. Alem de que a seleção natural estava dando conta para acabar com os mais fracos (e isso era uma das cosias que Hitler afirmava, baseado no darwinismo).
Quero deixar claro aqui que não estou afirmando que o ateísmo leva necessariamente as pessoas a cometer atos imorais, mas é fato que o ateísmo possibilitou isso a esses regimes, afinal, não existe nenhuma moral absoluta segundo o naturalismo.
Outra coisa que quero destacar é que uma coisa é certa: O ser humano é mau, e crendo ou não que exista uma moral absoluta, ele pode fazer cosias boas e cosias ruins.
Mas é uma mentira absurda a afirmação de que as religiões foram responsáveis pelos maiores massacres da história.
A razão e os seus limites.
Não acho que a razão humana não tenha limites como parece pensar essas pessoas que acham que a ciencia um dia vai provar a existência ou a inexistencia de Deus.
A ciência vai nos mostrar muitas coisas, mas não acho que vai ser possivel conhecer toda a realidade atravez dela. Kant, em sua Critica da razão pura mostrou isso.
É muito dogmatismo arriscar afirmações baseadas na razão sem ver quais tipos de afirmações a razão humana pode fazer. Foi isso o que Kant disse.
Todo o conhecimento humano está baseado na experiencia. E toda experiencia humana vem dos nossos sentidos. Os seres humanos possuem cinco sentidos, e essas informações são processadas pelo cerebro.
Tudo o que imaginamos, descobrimos, criamos são baseados nesses sentidos.
Mas como sabemos que a nossa percepção da realidade (atravez dos nossos cinco sentidos) corresponde à propria realidade? E como percebemos o que dizemos perceber?
O conhecimento externo vem do objeto (que a pessoa vê, pega ou cheira) e dos nossos sentidos.
Então isso significa que não sabemos como é a realidade externa em sua totalidade, mas apenas o que podemos filtra-la com nossos sentidos. Alguns animais possuem apenas alguns sentidos, por exemplo, podem apenas sentir o toque e cheiro. E o mesmo se aplica ao ser humano, possuimos apenas 5 sentidos.
Não sabemos, por exemplo, como é a realidade "filtrada" pelos outros animais. Claro que, hoje, com a tecnoligia, podemos ver a forma que alguns animais vêem a realidade, mas, mesmo assim, ela é filtrada por nossos sentidos.
Berkeley até disse que não temos motivos pra acreditar que exista uma realidade material independente de nossa mente.
Kant não falou que os sentidos são poucos confiaveis, já que se pode encontrar forma de corrigir certas distorções sensoriais (como um galho reto que é enchergado torto debaixo d'agua).
Segundo isso que ele falou, não podemos saber realmente a realidade em si, todos os aspectos da realidade, apenas a realidade experimental. E isso é tudo o que nossa razão pode saber atravez da experiencia, e essa experiencia vem apenas de cinco sentidos.
Temos a realidade experimental e a propria realidade. Só podemos reconhecer a realidade exdperimental.
É muita fé na razão humana achar que um dia vamos conseguir provar que não existe nenhum Deus. E é muita ilusão confundir a realidade experimental da realidade em si.
Esse tipo de afirmação adimite, sem qualquer evidencia ou prova, que as experiencias com os nossos 5 sentidos nos dão acesso total à realidade. Mas o que garante que a realidade total é o que experimentamos? Nada.
Isso que é muita fé e muita imaginação!
A razão humana tem limites e é contrário a propria razão (limitada) achar que podemos ter acesso a toda a realidade atravez das nossas experiencias sensoriais, porque a realidade em si permanece separada aos nossos limitados 5 sentidos.
Pelo que parece, até Paulo afirmava que não conhecemos a realidade em si:
"Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido." 1Co 13:1
Autor: Jonadabe Rios
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
A Teoria da evolução afirma que o homem veio do macaco. - Verdade ou mentira?
Apesar de não ser evolucionista (embora não seja contra a teoria, só não considero que as evidencias sejam suficientes), é muito comum aparecer pessoas afirmando que o evolucionismo afirma que “o homem veio do macaco”.
Por isso é importante questionar algo que se tenha estudado. Na verdade, Darwin afirmou que possuímos ancestral comum, afinal, nós apresentamos características muito parecidas.
Existem várias criticas à Teoria da Evolução que considero interessantes, mas esse tipo de critica realmente não faz nenhum sentido.
Ser cético é sempre a mesma coisa que ser um ateu ou agnóstico. - Verdade ou Mentira?
Isso é mentira. Ceticismo é uma postura onde o individuo procura questionar as coisas. O que acontece é que muitos ateus se acham os únicos que questionam, no entanto acabam não questionando vários pontos do que supostamente os levaram a ser ateus.
Quem afirma ser cético em um conjunto de crenças sobre a realidade metafísica, é, na verdade, um crente em outros conjuntos de crenças. De fato, há diversos teístas bem mais céticos que certos ateus. Como se pode ver com vários pensadores que, diante das evidencias, concluíram que é mais racional acreditar que exista um Deus, e que a cosmovisão ateísta não se enquadra no que observamos. Um exemplo muito famoso é o filosofo Antony Flew, que conta alguns dos motivos em seu livro “Um ateu garante: Deus existe”.
Por isso, quando se assume uma posição no que se diz respeito às realidades metafísicas, a não ser que afirme categoricamente que não sabe, ele, apesar de ser cético a certos tipos de crenças, é um verdadeiro crente em outro conjunto de crenças. Um cristão acredita que Deus existe, e não acredita que o mundo surgiu por causas puramente naturais, enquanto o ateu não acredita que Deus existe, porém acredita que o universo e a vida se originaram por processos randômicos sem que Deus algum exista.
Jesus é uma cópia de mitos pagãos. - Verdade ou Mentira?
Essa frase vem sendo copiada por muitos que se dizem céticos, que na verdade são neo-ateus que não buscam realmente conhecer o assunto (verdadeiros crentes do naturalismo), mas apenas querem, a qualquer custo, lutar contra a religião. Mito é a validade dessa afirmação.
É claro que ninguém é obrigado a acreditar que Jesus é o messias, que curou milagrosamente e que ressuscitou dos mortos. Mas não se pode negar a sua historicidade, muito menos afirmar que ele é uma cópia pagã sem estar sendo desonesto intelectualmente.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Cristianismo de mente vazia.
Dou graças a Deus pelo zelo. Que jamais o conhecimento sem zelo tome o lugar do zelo sem conhecimento! O propósito de Deus inclui os dois: o zelo dirigido pelo conhecimento, e o conhecimento inflamado pelo zelo. É como ouvi certa vez o Dr. John Mackay dizer, quando era presidente do Seminário de Princeton: “A entrega sem reflexão é fanatismo em ação, mas a reflexão sem entrega é a paralisia de toda ação”.*
O espírito de anti-intelectualismo é corrente hoje em dia. No mundo moderno multiplicam-se os pragmatistas, para os quais a primeira pergunta acerca de qualquer idéia não é: “É verdade?” mas sim: “Será que funciona?”. Os jovens têm a tendência de ser ativistas, dedicados na defesa de uma causa, todavia nem sempre verificam com cuidado se sua causa é um fim digno de sua dedicação, ou se o modo como procedem é o melhor meio para alcança-lo. Um universitário de Melbourne, Austrália, aos assistir a uma conferência na Suécia, soube que um movimento de protesto estudantil começara em sua própria universidade. Ele retorcia as mãos, desconsolado. “Eu devia estar lá”, desabafou, “para participar. O protesto é contra o quê?”. Ele tinha zelo sem conhecimento.
Mordecai Richler, um comentarista canadense, foi muito claro a esse respeito: “O que me faz ter medo com respeito a esta geração é o quanto ela se apóia na ignorância. Se o desconhecimento geral continuar a crescer, algum dia alguém se levantará de um povoado por aí dizendo ter inventado... a roda”2.
Este mesmo espectro de anti-intelectualismo surge frequentemente para perturbar a Igreja cristã. Considera a teologia com desprazer e desconfiança. Vou dar alguns exemplos.
Os católicos quase sempre têm dado uma grande ênfase no ritual e na sua correta conduta. Isso tem sido, pelo menos, uma das características tradicionais do catolicismo, embora muitos católicos contemporâneos (influenciados pelo movimento litúrgico) preferiram o ritual simples, para não dizer o austero. Observe-se que o cerimonial aparente não deve ser desprezado quando se trata de uma expressão clara e decorosa da verdade bíblica. O perigo do ritual é que facilmente se degenera em ritualismo, ou seja, numa mera celebração em que a cerimônia se torna um fim em si mesma, um substitutivo sem significado ao culto racional.
Por outro lado, há cristãos radicais que concentram suas energias na ação política e social. A preocupação do movimento ecumênico não é mais o ecumenismo em si, ou planos de união de igrejas, ou questões de fé e disciplina; muito pelo contrário, preocupa-se com o problema de dar alimentos aos famintos, casa aos que não têm moradia; com o combate ao racismo, com os direitos dos oprimidos; com a promoção de programas de ajuda aos países em desenvolvimento, e com o apoio aos movimentos revolucionários do terceiro mundo. Embora as questões da violência e do envolvimento cristão na política sejam controvertidas, de uma maneira geral deve-se aceitar que a luta pelo bem estar, pela dignidade e pela liberdade de todo homem, é da essência da vida cristã. Entretanto, historicamente falando, essa nova preocupação deve muito de seu ímpeto à difundida frustração de que jamais se alcançará um acordo em matéria de doutrina. O ativismo ecumênico desenvolve-se como reação à tarefa de formulação teológica, a qual não pode ser evitada, se é que as igreja neste mundo devem ser reformadas e renovadas, para não se dizer, unidas.
O terceiro exemplo que dou são alguns grupos de cristãos pentecostais, muitos dos quais fazem da experiência o principal critério da verdade. Pondo de lado a questão da validade do que buscam e declaram, uma das características mais sérias, de pelo menos alguns neo-pentecostais, é o seu declarado anti-intelectualismo. Um dos lideres desse movimento disse recentemente, a propósito dos católicos pentecostais (carismáticos), que no fundo o que importa “não é a doutrina, mas a experiência”. Isso equivale a pôr nossa experiência subjetiva acima da verdade de Deus revelada. Outros dizem crer que Deus propositadamente dá às pessoas uma expressão ininteligível a fim de evitar a passagem por suas mentes orgulhosas, que ficam assim humilhadas. Pois bem, Deus certamente humilha o orgulho dos homens, mas não despreza a mente que ele próprio criou.
Estas três ênfases – a de muitos católicos no ritual, a de radicais na ação social, e a de alguns pentecostais na experiência – são, até certo ponto, sintomas de uma só doença, o anti-intelectualismo. São válvulas de escape para fugir à responsabilidade, dada por Deus, do uso cristão de nossas mentes.
Num enfoque negativo, eu daria como subtítulo a este trabalho “a miséria e a ameaça do cristianismo de mente vazia”. Mais positivamente, pretendo apresentar resumidamente o lugar da mente na vida cristã. Passo a dar uma visão geral do que pretendo abordar.
Concluindo, procurei prevenir contra o extremo oposto, também perigoso, de abandonar um anti-intelectualismo superficial para cair num árido super-intelectualismo. Não estou em defesa de uma vida cristã seca, sem humor, teórica, mas sim de uma viva devoção inflamada pelo fogo da verdade. Anseio por esse equilíbrio bíblico, evitando-se os extremos do fanatismo. Apressar-me-ei em dizer que o remédio para uma visão exagerada do intelecto não é nem depreciá-lo, nem negligenciá-lo, mas mantê-lo no lugar indicado por Deus, cumprindo o papel que Ele lhe deu.
* - Também neste sentido, afirma Júlio Andrade Ferreira, em Conheça sua Fé, p. 13 (Livraria Cristã Unida): “A verdade não está na doutrina sem vida, nem na vida sem doutrina. Pelo contrário, na vida que expressa a doutrina, na doutrina que orienta a vida.”
2 – De seu comentário a Play Power, de Richard Neville.
(New York: Random House, 1970) em Guardin Weekly de 28 de fevereiro de 1970.
sábado, 26 de dezembro de 2009
O pano de fundo religioso do Novo Testamento (pagão)
sábado, 5 de dezembro de 2009
Como Jesus pode ser eterno, se a bíblia fala que foi gerado do Pai?
Os versiculos que mostram que possui natureza humana não precisam ser citados.
Mas a bíblia também ensina que Ele é Deus, "Porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade;" Colossenses 2:9.
Além dessa passagem, há outras que fazem alusão a sua divindade:
Jesus: Primeiro e o Ultimo (Ap 1.17)
Deus: O Primeiro e o Ultimo(Isaías 44.6)
Jesus: O Bom Pastor (Jo 10.11)
Deus: Só Deus é Bom (Mateus 19:17); O SENHOR é o meu pastor (Sl 123.1)
Jesus: A luz do mundo (Jo 8.12)
Deus: O salmista diz que "O SENHOR é a minha luz" (127.1)
Jesus: O Verbo era Deus.
Deus: E o Verbo estava com Deus.
Jesus: O único salvador, e não há outro alem dEle. (Lucas 2:11; João 4:42; Atos dos Apóstolos 5:31; Filipenses 3:20; Atos dos Apóstolos 13:23; Tito 1:4; Tito 3:6; 2 Pedro 1:1;)
Deus: O único salvador, e não há outro além dEle. (Oséias 13:4; 1 Timóteo 2:3; Tito 3:4)
Jesus: "Porque assim vos será amplamente concedida a entrada no reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo." 2 Pe 1:11
Deus: O reino que será implantado será governado por Deus.
Por isso todas as perguntas referentes a Jesus devem levar em conta essas suas duas naturezas ensinadas na bíblia. Mas ao mesmo tempo que a bíblia fala que Jesus é eterno, ensina que foi gerado do Pai. Como pode?
Nicéia não só afirmou que o Filho não foi feito, mas afirmou de modo positivo que ele foi "gerado, o que aponta para sua pessoalidade, e não para o fato de ele ser criatura. [...] Há uma diferença muito grande entre ser feito e ser gerado. Se ele é uma criatura, então não pode ter sido gerado. Portanto, a idéia de geraão exclui a possibilidade ariana de o Filho ter sido feito. - As duas naturezas do redentor, Heber Carlos de Campos, p. 158.
Como disse anteriormente, dizer que Jesus foi "gerado" só foi um modo de afirmar que o Filho possui a mesma substancia do Pai, como ensinam as escrituras, assim como um filho humano possui a mesma natureza de seu pai humano. Mas esse termo não foi empregado pra dizer que Jesus possui um inicio, já que isso seria contráritório.
Por que contraditório? Bom, uma das caracteristicas da natureza do Pai é a eternidade (não possuir começo nem fim, não há um momento em que não exista), então ao afirmar que o Filho foi gerado do Pai, e, por isso, possue a mesma natureza, o Filho então tem a natureza eterna, assim como o Pai. Esse foi o motivo que o concilio usou o termo "gerado" e não "criado", pois o segundo imiplicaria automaticamente que Jesus não possui a mesma natureza do Pai.
Embora sejam distintos como pessoas, os dois possuem a mesma natureza eternamente, um não existe sem o outro. Dizer que Jesus foi gerado serviu como resposta a Ário, que ensinava que Jesus era divino, mas não com a mesma substancia do Pai.
Por isso "as colocações Deus de Deus, Luz de Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado não feito, de uma só substancia com o Pai, complementam tal abordagem. O mesmo é dizer: Deus Filho de Deus Pai, Luz Filho de Luz Pai, Deus Filho Verdadeiro de Deus Pai Verdadeiro" (Jesus é Deus, Jefferson Ramalho, p. 113).
Isso faz total sentido quando se leva em consideração que, embora seja uma pessoa diferente do Pai, Jesus possui os mesmos titulos, como alguns que já foram citados, e ambos são YHWH.
Autor: Jonadabe Rios
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Uma carta aos apóstolos.
Por Jonadabe Rios
Esta carta foi enviada pelos poderes do Unicórnio Rosa e Bule Voador, com ajuda do seu profeta Dawkins através da seleção natural + milhares de anos de mutação + outros milhares de anos de mutação + ajuda da mãe natureza.
Carta aos apóstolos e primeiros cristãos.
Caros apóstolos e primeiros cristãos, quero dizer-lhes minha indignação com tamanha confusão que aconteceu durante décadas, tudo culpa de vocês. Estou realmente indignado, vocês, meros humanos do primeiro século que foram testemunhas oculares dos acontecimento, não sabem nada. Jesus não afirmou ser Deus como dizem, isso “non ecziste”!
Vocês apóstolos, que se acham os donos da verdade, não conhecem nada da bíblia. Ela é clara em afirmar que só a Deus pertence a salvação, e Ele é o único salvador, isso vocês podem ver nesses versículos: Oséias 13:4; 1 Timóteo 2:3; 1 Timóteo 4:10; 2 Timóteo 1:10; Tito 1:3; Tito 2:10; Tito 3:4. Vocês não leram, apóstolos? Só Deus é o salvador, e está claro, não há outro. Mas o que fizeram? Cometeram a blasfêmia de dizer que Jesus é o salvador e que fora dele não há outro. O que é isso? São loucos? Nunca leram o código da Vinci? Se vocês tivessem lido o código da Vinci ou assistido o Zeitgeist saberiam que o mito de um Deus-homem foi criado para manipular a massa de acéfalos bitolados. Quem diria, logo vocês, os apóstolos, seguidores do bom e velho nazareno, acreditam no credo niceno, doutrina de homens, eleito por votação (ou escolhido por Constantino? Bom, não importa!) pra dominar o povo.
Vamos parando por aí! Não venham me dizer agora que não foi bem isso que vocês escreveram. Eu tenho provas documentais de era isso que vocês ensinavam. Não sejam fingidos, vejam: Lucas 2:11; João 4:42; Atos dos Apóstolos 5:31; Filipenses 3:20; Atos dos Apóstolos 13:23; Tito 1:4; Tito 3:6; 2 Pedro 1:1; 2 Pedro 1:11 (e fala do reino eterno, mas os judeus acreditavam que quem reinaria era o proprio Deus!, mas agora é Jesus?); 2 Pedro 2:20; 2 Pedro 3:2; 2 Pedro 3:18 (Esperem aí, dar gloria a Jesus??????); Atos dos Apóstolos 4:12; Atos dos Apóstolos 13:26. Por isso não me venham com essa. Só Deus é o salvador e não há outro. Não venham me dizer que vocês acreditam que Jesus é Deus? Só posso rir mesmo. Esses apóstolos ignorantes que não lêem a bíblia e ficam fazendo malabarismos e contorcionismos só pra seguir a igreja católica.
Hoje estamos na era tecnológica e não podemos acreditar numa coisa dessas. Outras coisas que erro destacar e mostrar minha indignação. Vocês não sabem que só Deus é o Deus forte? (Isaias 10:21) Porque atribuíram esse título a Jesus? Ou que só YHWH é o Senhor dos Senhores (Sl. 136:3; Dt 10:17), pra que colocaram esse titulo em Jesus? (Apocalipse 17:14) Isso só mostra o seu desconhecimento da bíblia.
Essa do Senhor dos senhores me deixou curioso: Quem é o senhor dos senhores? Jesus é o senhor dos senhores do senhor dos senhores (Jeová), ou Jeová é o senhor dos senhores do senhor dos senhores (Jesus)? Não pode haver dois Senhor dos Senhores, se não já não poderiam ter esse título. Não estão afirmando que Jesus é YHWH não é?
Mas Jeová é o primeiro é o ultimo Is. 44:6, Jesus não. Ou é? (Apocalipse 1:17)
Pra que foram criar tanta confusão? Puro malabarismo, contorcionismo, “deplorosionismo”. Lamentável. Vocês estão quase me forçando, eu, que não sou o dono da verdade, e sim eles que afirmam que Jesus é Deus, a criar uma própria bíblia. Sim, essa vai ser a única solução, porque a bíblia de vocês não dá!
Por isso, lembrem-se sempre disso: Só Deus salva, é o Senhor dos senhores, principio e o fim, Deus forte, e Jesus possui todos esses títulos, mas não é Deus! Não é Deus! Ele é o Filho de Deus, e não o Pai. É claro que o Filho possui todas as características e o DNA da natureza do Pai, já que é Filho. Mas concluímos, pois, que a afirmação mais lógica é que Jesus possui todas as características da natureza do Pai, portanto não possui todas as características da natureza do Pai pois é Filho! Não o Pai! E, portanto, a Trindade é pagã! Isso é fato, Fato, FATO! FATO!!!! FaTo!!!!!!!!
Deixo aqui registrado minha indignação a o que vocês, apóstolos, ensinaram. Por culpa de vocês existem hoje os donos da verdade absoluta afirmando que Jesus é Deus (lamentável quando algumas pessoas querem ser donas da verdade), quando nós, que não acreditamos que Jesus é Deus, somos o dono da verdade absoluta.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Transposição.

Este texto de C. S. Lewis mostra porque o Deus apresentado na bíblia não é um ser com forma humana, mas o contrário, e que a forma que foi apresentada foi necessário para entendê-lo.
"Vamos construir uma fábula. Vamos imaginar uma mulher lançada numa masmorra. Aí ela dá à luz e cria um filho. Esse menino cresce não vendo nada além das paredes do calabouço, a palha do chão e uma pequena nesga de céu através da grade, tão alta que não permite ver mais nada além do firmamento. Essa infeliz mulher era artista e, quando a prenderam, conseguiu carregar consigo um bloco de desenho e uma caixa de lápis. Como nunca perde a esperança de liberdade, ensina constantemente o filho acerca do mundo exterior que ele jamais viu. Ela faz isso principalmente desenhando gravuras para ele. Com o lápis ela tenta mostrar-lhe como são os campos, os rios, as montanhas, as cidades e as ondas do mar.
O menino é muito obediente e faz o melhor que pode para acreditar na mãe quando lhe conta que o mundo lá fora é muito mais interessante e mais gloriosos que tudo naquela masmorra. Às vezes ele consegue. No geral, ele vai razoavelmente bem até que um dia diz algo que faz a mãe parar por alguns instantes. Durante alguns minutos eles não se entendem, parece que estão falando de coisas diferentes. Por fim, ela percebe que o menino, todos aqueles anos, vivia com uma concepção equivocada. “Mas”, ela exclama perdendo o fôlego, “você não achava que o mundo real é cheio de linhas desenhadas de lápis, não é”?, o menino pergunta. “Não há traços de lápis lá?”. Imediatamente toda a sua noção do mundo exterior se apaga, se transforma em nada. Porque as linhas, por meio somente das quais ele imaginava o mundo, agora lhe foram negadas. Ele não tem idéia daquilo que excluirá e dispensará com as linhas, naquilo de que as linhas eram tão somente uma transposição – as copas das arvores balançando ao vento, a luz dançando no açude, as realidades tridimensionais que não se encerram pelas linhas, mas definem suas próprias formas a todo momento com a delicadeza e multiplicidade que nenhum desenho jamais pode alcançar. A criança ficará com a idéia de que o mundo real é de alguma forma menos visível que as gravuras de sua mãe. Na realidade, faltam traços ao mundo real, porque ele é incomparavelmente mais visível.
O mesmo ocorre conosco. “Não sabemos nada a respeito do que seremos”; mas podemos ter certeza de que seremos mais, não me nos, do que fomos na terra. Nossas experiências naturais (sensoriais, emocionais e imaginativas) são apenas como os desenhos, como linhas traçadas por um lápis numa folha plana. Se eles desaparecerem na vida da ressurreição, sumirão apenas como os traços de lápis desaparecem da paisagem real, não como uma chama de uma vela que se apaga, mais como uma chama de vela que se torna invisível porque alguém tirou a venda, escancarou a veneziana e deixou entrar o fulgor do sol nascente."
Retirado do livro "Peso de Glória", de C. S. Lewis.
Penso da mesma forma que Lewis, não apenas sobre como será as coisas preparadas para nós, mas quando a bíblia fala de como Deus é, agiu e age. Afinal, Deus é maior do que tudo que conhecemos e não conhecemos. Como poderíamos entende-lo se não fosse dessa forma? E o céu, que olho algum viu, e mente nenhuma conseguiu imaginar o que Deus tem preparado para nós?
